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Classificação e tratamento das fracturas na placa de crescimento

A fise ou cartilagem de crescimento permite o crescimento longitudinal dos ossos longos. A classificação de Salter e Harris (1963) é a mais prática e utilizada na atualidade. Classifica as fracturas da fise segundo a linha da fractura.

 

Clasificação de Salter e Harris (Fig 8)

CMI

Figura 8. Classificação de Salter e Harris das fracturas da fise ou cartilagem de crescimento..

Tratamento

As fractura fisárias tipo I o II (extra-articulares), em geral, requerem redução se estão anguladas mais de 15-20º (Fig. 9A).
As formas intra-articulares requerem cirurgia si estão deslocadas. A interrupção da fise pode cerrá-la e alterar o crescimento do osso. Os escalones articulares provocariam risco de artrose com a passagem do tempo. Habitualmente utilizam-se agulhas de kirshner ou parafusos.

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Figura 9A. Fractura tipo II de Salter e Harris distal do rádio. Não se reduziu em bloco operatório por problemas médicos manteve-se com um gesso. Remodelará com o tempo.

Encerramento fisário, ponte fisária

A lesão da cartilagem de crescimento por uma fractura ou por outros motivos (infecção, tumores, etc) pode provocar uma ponte de osso que evitaria o normal crescimento da fise. O resultado seria uma extremidade mais curta e/ou angulada (Fig. 9B)

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Figura 9B
. Infecção metafisária distal do rádio com lesão da fise. Ao longo do tempo, não cresce corretamente e fica mais curto que o cúbito.

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